Existen cosa que salen de mí corazón
dónde no tiene sentido
Más existen cosas que puede tener razón
cúando te pasa a cuidar más de ti
sentir el frio y abrazar la almojada
sentir el calor de la ventana abierta
sentir el viento destrozar mi pelo
saber que mi corazón no late más ni por error
de una tormenta de lagrimas
aquel primer beso
se queda guardado
sin saber como es la sensación
por una caricia me llevo en alegría y ilusión
Tengo que aprender a sonreír mas, a creer más, más
porque solo yo puedo cambiar
aprovechar el tiempo que me resta
y los juro con mis fuerzas con todo el dolor que camina lado a lado
sera mí lado y descobriendome quíen soy.
Por AbraKassabrah!
sábado, 23 de abril de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
O Refém do silencio
Seres imperfeitos
uma individualidade sem limites
um silencio sem igual
no qual é 100% permitido
sem sair do controle
ou liberar energias presas da liberdade
Ideias válidas
para nunca serem discordadas
um caso que não se deve discutir
quando o assunto não lhe convém
já gritei
fiz escândalos
chorei o que não tinha que chorar
me escondi
sem entender o por que?
de tanta insegurança
Cresci no berço da civilização urbana robotizada
onde os exemplos são bases
comunicação inexistente no vocabulário
uma criação limitada
de palavras e ações cegas
Hoje sei que a solidão anda com agente
no período de 24 horas
restam 23 guardados em um quarto escuro
revelados a alma
o próprio jeito
inaceitável pelo mundo e as pessoas
poder aceitar opiniões diferentes
a vida não são deduções intuitivas
dedilhadas
Julgamentos falsos
verdades pelo mundo
o jeito de deixar escapar
deixar como estar
A fantasia se torna refém
um próprio aliado
presa na obscuridade
se sentir fora do mundo
Ser desejada
e insuficiente
Nas tramas do drama
faço minha história
incoerente e imperceptível
Os disfarces por detrás de cada sorriso
uma dúvida se prolonga
sem nunca saber a verdadeira resposta
por não ter aprendido direito a perguntar
múltiplas vezes tentei entender
uma dificuldade imperceptível
Lembranças permanecem vaga na memória
de um dia ter sido uma consolidação de ser
o inevitável jeito de driblar as situações
sem atrocidades acalmaria
o jeito de ser
a atitude indomável
o sabor da dor e prazer
o melhor de criar dois mundos distintos
sem direção e tumultos abusivos
programado como marionetes
até uma luz cair sobre nós e
seguirmos rumo a estrada efêmera da coragem
saber que um dia tudo acaba
que o tempo passa
e se fica a deriva à beira mar
tentando sempre ser melhor.
Por AbraKassabrah!
sábado, 16 de abril de 2011
Papiros
Noite cai
e as estrelas mudam
sob um luar
com o brilho invisível
nunca estão no mesmo lugar
e ao olhar pra cima
elas dançam no ar
sem saber
seguem a intuição
Dias passam
e observo a lua
ela continua a girar
e surpreender
com seus encantos imperceptíveis
em movimentos transitórios
de um lado ao outro
muda de forma e cores
Ao caminhar ela se esconde
entre os arbustos de uma fresta de luz
como eu, fugindo das sombra que perseguem
do tempo que leva, minha emoção e desespero
na busca de um refúgio cheio de luz
A paciência me consume como um alento
de passar além do falso mundo enfeitiçado
e agora, querer correr sobre o tempo perdido
Quando há perguntas com medo de errar
o silencio guarda todo o possível
Verdades se revelam
Nas fases de desenvolvimento
Mentiras se escondem
sem noção de pertencer e partilhar
No entanto de se unir, se perdem valores
A ficar presa por um destino imperfeito
O que um dia chorei tempestades
se afogou ao mar
foi por não entender
as medidas de um fim incompreendido
Nos momentos disfarçados pelas fantasias
no olhar ingênuo de um mundo infinito
acreditei ser possível viver pra sempre
Mas um dia a de despertar
que a ilusão não passa de puro sonho
Tenho a sorte de perceber enquanto a tempo
de sorrir e cantar de dançar com as estrelas
sem ouvir seu respirar
Quando olho para o céu
vejo as nuvens se transformarem
as cores se multiplicarem
e meu pedido se realizar
Nesse mundo inventado
crio histórias sem começo, meio e fim
na razão de fazer sentido
para a alma deixo estar
sentimentos vão e vem
desejos não explorados
pelo medo de se arriscar
fico a desejar...
Por Abrakassabrah!
e as estrelas mudam
sob um luar
com o brilho invisível
nunca estão no mesmo lugar
e ao olhar pra cima
elas dançam no ar
sem saber
seguem a intuição
Dias passam
e observo a lua
ela continua a girar
e surpreender
com seus encantos imperceptíveis
em movimentos transitórios
de um lado ao outro
muda de forma e cores
Ao caminhar ela se esconde
entre os arbustos de uma fresta de luz
como eu, fugindo das sombra que perseguem
do tempo que leva, minha emoção e desespero
na busca de um refúgio cheio de luz
A paciência me consume como um alento
de passar além do falso mundo enfeitiçado
e agora, querer correr sobre o tempo perdido
Quando há perguntas com medo de errar
o silencio guarda todo o possível
Verdades se revelam
Nas fases de desenvolvimento
Mentiras se escondem
sem noção de pertencer e partilhar
No entanto de se unir, se perdem valores
A ficar presa por um destino imperfeito
O que um dia chorei tempestades
se afogou ao mar
foi por não entender
as medidas de um fim incompreendido
Nos momentos disfarçados pelas fantasias
no olhar ingênuo de um mundo infinito
acreditei ser possível viver pra sempre
Mas um dia a de despertar
que a ilusão não passa de puro sonho
Tenho a sorte de perceber enquanto a tempo
de sorrir e cantar de dançar com as estrelas
sem ouvir seu respirar
Quando olho para o céu
vejo as nuvens se transformarem
as cores se multiplicarem
e meu pedido se realizar
Nesse mundo inventado
crio histórias sem começo, meio e fim
na razão de fazer sentido
para a alma deixo estar
sentimentos vão e vem
desejos não explorados
pelo medo de se arriscar
fico a desejar...
Por Abrakassabrah!
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