Para começar, posso falar que a moda para mim nada mais é, que momentos onde se está com a prancheta e o lápis e surgem ideias.
Uma expressão sem limites e equivocada, de ser o que os sonhos não podem alcançar. Conseguir realizar o óbvio em extravagante.
A moda significa o intuito de pressionar os telespectadores com seus babados, bordados, fuxicos, estampas, acessórios, fios entrelaçados, tecidos as avessas, compacto com as cores, formas e volumes apropriados de acordo com o tema e o que a imaginação fluir.
Muitas vezes, uma coleção não é dada o bastante, por falta de sentido, as pessoas com suas perspectivas diferentes.


A alta moda é estilo em degrade, uma hora está lá em cima e outra está lá em baixo. Uma fração de segundos onde pode iluminar e decepcionar em instantes o que se leva anos para descobrir. Banalidades fashion que se destacam na mídia são os principais sentidos de entender o assunto.
Como funciona a alta costura, o prêt-à-porter, a alfaiataria, a escolha de modelos e ambientes para locação dos desfiles, a música, o convidado especial e todo o processo administrativo. Além da ansiedade que se prega o nervosismo de encarar tanto tempo e acabar em minutos.
A costura do invisível é um jeito de expressar uma ideia na qual ela seja a protagonista, um momento instável de permanecer no auge do glamour.
É preciso insistir na moda, como em tudo que se possa desejar, não importa se às vezes queira mudanças para descobrir algo novo, a força de acreditar faz acontecer, no que se difere uns dos outros, somos incompreendidos nas conseqüências de trazer um quebra-cabeça de mil peças.
Às vezes, se tem ideias e pensamentos que confundem, no poder de não reconhecer, aceitar as alfinetadas percorridas na luta contra o tempo, de especificar um certo assunto.
O que é a moda, afinal? A moda são desejos criados pela própria cabeça de preencher uma aquarela de emoções, ideias mirabolantes, ou não, elas fazem crer em alguma coisa, no momento da fantasia, significam o momento presente de tentar ser diferente.
Abrakassabra desvenda a moda sob o olhar interstício, de entender como os pensamentos funcionam, como tentar equilibrar a parte escrita com o discurso, comparar os desenhos com a ideia final. Sem um argumento confundível onde a conexão do lucro se volta contra você mesmo, no intuito de perceber que em meio à adversidade do contexto, pode estar sóbrias, da imaginação se faz cair na mesmice de ser o que não pode ser.
O figurino, uma influencia das ruas, passou para televisão, teatro, cinema, shows, casas noturnas de Rave, Eletrônica, R&B, Rip-Hop, POP, MPB e por varias décadas de chegar o que é hoje.
Uma influência de estilo, muitas vezes errantes com vocabulários bizarros na definição desejada.
Um vestuário de proporções será envolvida e criticada, a cada dez desfiles um ou dois são aprovados com um conceito habilitado, propositalmente adequado ao espetáculo do momento.
O segredo em se conectar, é ter um senso critico do simples ao extravagante, conseguir manter uma linha tênue de novidades.
Ela vem como súbito interesse em conhecimento, estabelecer ideias e não sair fora delas. Por mais difícil que pareça entrar num tema e dar total atenção a ele como a própria vida sem fugir.
As buscas e ideias se difundem como um todo, na procura de inspiração faz os adornos mais simples chocarem- se entre si, a descobrir que a própria criação não é vulgar, apenas um novo jeito de interpretar.
Nos motivos se destacam o apreço pelo sentido de se unir. Em algum lugar dentro de si, destacam os limites possíveis que fazem perceber.
A moda é uma comunicação global, decorrente a vários ares cotidianos, modernos e contemporâneos.
Noventa por cento da sociedade brasileira buscam as futilidades de estar por dentro da atual sensação de fazer parte da “modinha”, com os acessórios e roupas da temporada do ultimo desfile.
Nas possíveis condições, se distinguem em cada ação pela policia da moda, os críticos.
Ao longo dos anos (1990), se percebe uma ênfase maior sobre a moda das múltiplas cores, formas e volumes que agregam estilos, sobreposições, listras e xadrez de maneira casual.
Esse reconhecimento que hoje vemos e chamamos de design de moda, sem limites com diversas escolhas e pouco meio de se encaixar, dentro do espaço permitido, gostar de aparecer na mídia, com os próprios produtos lançados em uma coleção, desenvolvidos com meses de antecedência para o grande dia.
Uma consolidação do resultado final que pode ou não ser aceito, tentar e insistir varias vezes, sem desistir, apurado em revelar outra forma de desenvolver o tema proposto na mais legível e absurda “caligrafia”. Ela é uma espécie de conduta contra o tempo que estabelece regras e comunicação dos desfiles em geral.
O mundo está aí, para que se submeta a arriscar criar, desdenhar e mistificar os segredos da moda.
Um fragmento principal, uma maratona para as mínimas pessoas que podem se permitir certo luxo, sobressair no meio da multidão, deixar sua marca.
Aqui encontro temas de questões complexas, não estando prontas para a voga de continuar escrevendo, pode ser o que sou tornar ainda mais confuso do que já sou.
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