terça-feira, 4 de outubro de 2011

Os limites de uma vida!

Assim eu me sinto, quando olho no espelho
Uma incógnita de ilusões, uma exposição de ideias a serem exploradas, sem saber por onde começar
O desejo de um mundo cor de rosa, que desabrochou na avalanche de não ter prestado atenção
desanimada e insatisfeita, por querer ser melhor
A cada dia, todo dia procuro aceitar quem realmente sou
O medo de dizer as palavras erradas, sabendo que se precisa fazer a pergunta certa antes de questionar
Me proponho  a ler mais, para apagar da memória esse jeito estranho de ser
Costumava dançar e cantar, sem aquele sentimento de desejar um grande amor
apenas pela vibração de sentir o sangue ferver nas veias e as calorias desaparecerem
Desde que me conheço por gente, as observações são constantes
Sempre duvido de que se possa acreditar, parece algo natural, que cresceu dentro de mim, porque as opiniões estão em constante movimento a espreita de um passo em falso, e, ou, um esquecimento.
Descobri que somos o que somos e se não mudamos até agora, não há muito o que fazer, a não ser continuar e aprender aceitar as mudanças que se quer enxergar como uma visão global.
A diferença é a construção de um novo olhar, mas que não está pronta para consolidação, ser diferente é ser "rebelde", é fazer ouvir, por as palavras em prática sem seguir os demais.Um sonho possível e efêmero.
Por fim, escrever para mim é ser o que nunca fui, muitos dizem que sou prolixa e complicada, sem saber levar a vida na brincadeira, sempre fugindo, não sei do quê, talvez seja a verdade de encarar a realidade, uma impotência, ou a vontade de viver o próprio mundo idealizado? Isso é uma questão que nem os filósofos desvendam, e sim mostrar e fazer acreditar, não só para mim como para os outros. Mas o importante é lutar pelo objetivo  de criar projeções dentro da proposta do mundo.

Por AbraKassabrah!

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