Uma opinião sobre moda de cem anos faz pensar como o mundo evolui numa revolução democrática do prêt-à-porter. Onde o tempo muda de acordo com a nova estação. Através de um sistema “operacional”, da indústria do vestuário, porém revelador se transforma em organizações econômicas, políticas, sociais, religiosas, culturais, considerando as várias fases a se desvelar.
O epicentro dessa dramatização, uma linha que constitui um desenho e com ele desenha ideias propostas a mudanças. Faz crescer, aparecer e desenvolver novos conceitos a medida do pólo mundial da alta costura para nunca deixar desfocar suas nuances.
A moda não é uma ruptura, é uma conseqüência da realidade que fez construir critérios, avaliações organizacionais de modo a divulgar e estabelecer limites dentro da modernidade.
Tal como uma moda distinta e diversificada, gera controvérsia, poder aquisitivo e poder burocrático. Mesmo quando a singularidade se torna coletiva, estamos sempre em busca de algo equivocado que chame atenção, da publicidade e propaganda é onde se propaga todo o “up” de um sucesso.
A moda não é a mesma, se difunde em suas classes hierárquicas sob novos e velhos olhares que transmitem um jeito de expressão
Sempre mudando entre tempo e espaço, variabilidade, conforto, mas antes, ser mirabolantes nas criações e novos talentos.
As facetas que revelam seus lados ocultos e determinados, exclusivos e sensoriais, se convertem na ideologia de manter aquilo que era bom, com ar de jovialidade futurista e por fim na desigualdade social, no poder aquisitivo que separa os gêneros das espécies humanas.
Quando se é seduzido pelas estações sazonais à moda se torna parte principal da alta costura e prêt-à-porter. Despertar simplicidade e extravagância, saber exacerbar sem exagero.
O sob medida como parte integrante do fashion business world e marketing democrático da história da indumentária, se prepara a empreender na colaboração de ideias, sem renegar a própria identidade. O nome “alta costura de criação”, empregam hoje uma evolução do que esta em qualquer parte, sob olhares multifacetados. Não é apenas roupa que envolve todo um processo, e sim, seus coadjuvantes que se chama inspiração, persistência e vontade de fazer do desejo realidade.
A moda e seus afluentes, um território neutral se modifica, como acessórios, perfumes, embalagens, cosméticos, sapatos, bolsas, e o que a imaginação permitir entrar.
Uma tentação de diversidade a caminho da “era gélida individualista”, sobre lucros e finanças substanciais, agregar valores e subsídios nesse negócio com espírito de equipe. Agora deixo para vocês refletirem entre tantas grandiosidades, ainda se conseguem fazer maravilhas imprescindíveis, ou será sobrevivência, ou puro desejo? Uma adrenalina sem explicação que faz vibrar de emoção, quando a vontade é maior, o delirio vai além, sem se importar com a aceleração. O ideal é encontrar o ponto certo para essa tal dedicação, que retransforma em júbilo, honra e perdição, da chegada do fim, para a criação de um novo começo.
O desejo esta na sobrevivência, os sonhos nos ensejos, uma estranha sensação, onde desperta e modifica pensamentos, surgem ideias, descobertas e dúvidas ilimitadas sem medida de respostas, apenas a conseqüência dos próprios atos faz crescer, perceber, persistir e acreditar.
O desejo esta na sobrevivência, os sonhos nos ensejos, uma estranha sensação, onde desperta e modifica pensamentos, surgem ideias, descobertas e dúvidas ilimitadas sem medida de respostas, apenas a conseqüência dos próprios atos faz crescer, perceber, persistir e acreditar.
Por Abrakassabrah!
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