Para começar, quero escrever no objetivo claro e conciso de não estabelecer regras, e sim, conceitos no qual se possa acreditar.
No princípio podemos transpor uma ideia realística do significado da vida, ou melhor, sobre uma perspectiva singular de pensar e fazer certa junção de estrela do pop entre world business, esse modo sobre o geral “mundo fashion”, enlouquecidos por substancias subseqüentes de se entregar a histeria do anonimato, da primeira impressão falsificada, ganas de poder acima do que é mais importante. Se rebelar com as vaidades impedidas de pertencer a certa tribo, cansada de ser a “menininha do papai”.
Nascemos de um sonho do esquecimento, uma sina sem lembranças, e por súbitos interesses, nos reivindicou ser outra pessoa para depois nos perguntarmos, por quê?
Por dentro da moda, Madonna é ícone inquebrantável de exemplo de mulher pensante nas atitudes, fazer não apenas por fazer, ser distinta, mas determinar pontos de limites do ego exacerbado sobre contradições equivocadas e fantasiosas que fazem ser “intocável”.


O que há detrás de uma pop star? Quando se coloca no posto da “perfeição”, do constante jeito de ver e sentir, do inalcançável modo de amar um sonho, tornar realidade, atravessando barreiras intransponíveis, sendo puxada pela consciência de seguir atenção especial exclusiva, mesmo quando não puder mais, sempre haverá olhares, aplausos, lágrimas dúbias.
Por mas que seja banal, somos entorpecidos dessa febre de ‘glamour’, admiradores apaixonados, se perdem no constante momento de controle e transformam-se muitas vezes em puro interesse. Imitar, copiar, ou mesmo plagiar seus artistas favoritos de formas alcançáveis leva-se ao nível de baixa estrutura, sem mostrar o verdadeiro valor individual. Somos manipulados sem querer, no subconsciente sem perceber o alto risco prejudicial de não ser você mesmo, quando gostamos de algo queremos ir até o fim, seja o que for quanto tempo dure para encontrar tal finalidade que nos identificamos. Mesmo que signifique arriscar a própria vida pela outra, e, ou, esperar o “time” perecível certo de enxergar fora dos limites de concretização. Não é isso que uma pop star quer, não é?
Uma “Material girl”, envolvida por perolas e rochas expondo as ideias mais interessantes diante do próprio ponto de vista e colocando-as em andamento, desde o princípio de crescer e amadurecer sob fatos naturais, cria uma força para levantar, crer na imagem, nos breves frames por segundos do cotidiano.
Pensar na multidão, oferecer um espetáculo em troca de amor, carinho e gratidão por existir. E por um instante apenas de ambos os lados tem suas compensações e trabalho duro, sempre um antes e depois, vivemos realmente o meio que justifica alguma razão. Afinal, se precisa sobreviver de alguma maneira!
O sentimento levado pela emoção se distingue pela “facilidade”, estrutural designada por infratores infravermelhos sobre o autocontrole de discernir níveis sociais separadas por gênero, classe, ordem, família, espécie e com muitas violações de diferenças.
Aprender que a utopia está fora da realidade, querer construir o próprio viver com maior liberdade, delimitar democratizações justas, possíveis e corretas para todos. Mais nunca esquecer de sonhar, porque são eles que fortalecem nossos mais íntimos e profundos desejos.
Aqui fica a primeira parte da edição
(Capítulo: "Madonna, moda e identidade")
(Livro: Por dentro da moda).
Por AbraKassabrah!
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